LINGUA E LINGUAGENS NO MUNDO MODERNO: A COMUNICAÇÃO DOS JOVE
 
Autor: ALBERTO DE JESUS  
 
Postagem de: ALBERTO DE JESUS Data de Publicação: 20/04/2010
 
Área de atuação: LETRAS / PORTUGUÊS Numero de visualizações: 236
 
Instituição de ensino: UNIT Data atual: 31/08/2014
 
Resumo:
O artigo apresentado trata de um assunto que há muito vem preocupando profissionais das diversas áreas, principalmente os linguístas: As conversas através de salas de bate-papo e o perigo que a mesma representa para a sala de aula.
 
Artigo Completo:

UNIVERSIDADE TIRADENTES – UNIT




ALBERTO DE JESUS
TÂNIA DOS SANTOS

 

LÍNGUA E LINGUAGENS NO MUNDO MODERNO: A COMUNICAÇÃO DOS JOVENS EM TEMPO VIRTUAL

 


Aracaju – SE

2008

 

 

 

 

 

 

 

ALBERTO DE JESUS
TÂNIA DOS SANTOS





 

LÍNGUA E LINGUAGENS NO MUNDO MODERNO: A COMUNICAÇÃO DOS JOVENS EM TEMPO VIRTUAL


Artigo apresentado à Universidade Tiradentes como um dos pré-requisitos para a obtenção do grau de Licenciatura Plena em Letras Português.

     

Orientador: Profº. Especialista Danilo Maciel Machado



     Aprovada em _____/_____/_____
Banca Examinadora


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Professor orientador
Universidade Tiradentes

  
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Examinador I
Universidade Tiradentes

  
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Examinador II
Universidade Tiradentes

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LÍNGUA E LINGUAGENS NO MUNDO MODERNO: A COMUNICAÇÃO DOS JOVENS EM TEMPO VIRTUAL
 


Alberto de Jesus, Tânia dos Santos, Danilo Maciel Machado *.
Universidade Tiradentes, Pró-Reitoria Adjunta de Graduação – PAGR, Aracaju-SE.

Resumo:
A utilização do recurso de comunicação por meio da internet há tempos vem sendo discutida por educadores, em especial por professores das áreas de Língua Portuguesa, lingüistas, escritores, enfim, profissionais voltados à escrita, os quais apontam para a necessidade de medidas de combate ao recurso freqüente do uso de abreviações utilizadas pelos internautas ao se comunicarem com outros usuários desse recurso. Para esses jovens, o mais importante quando se está conversando virtualmente é se fazer entender(se comunicar), de maneira rápida. Como ferramenta para trabalhar essa atividade, fez-se necessário o acesso à própria internet, em salas de bate-papo, em materiais publicados em revistas e através de entrevista a adolescentes entre 12 e 17 anos. Este trabalho teve como objetivos: verificar e avaliar como a linguagem vem sofrendo transformações e sendo desmembrada por parte dos usuários da Internet; averiguar até que ponto tais transformações alteram ou interferem na escrita buscando saber qual a posição da escola e do professor frente ao processo de transformação da língua e por último, como estes pensam a respeito dessas mudanças que a cada dia entram na vida das pessoas. No método I (proposto) utilizou-se de entrevista aos chamados internautas. O Processo ocorreu em três lan houses (os chamados locais de encontro para os bate-papos). Observou-se que o método II apresentou resultados alarmantes e simulou a utilização real do uso das abreviações, além de avaliar o alto grau do uso cada vez menor da escrita correta da língua portuguesa.
PALAVRAS-CHAVE:
Comunicação, Internet, Internauta, Língua, Abreviações.
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*Correspondências:
D. M. Machado
Pró-Reitoria Adjunta de Graduação – PAGR
Av. Murilo Dantas, 300 – Aracaju, SE
49032-490 Email: danilo_machado@unit.br
 
 

INTRODUÇÃO 

Comunicação é o ato de comunicar-se, é a ação de transmitir e receber mensagens. Para o “Dicionário de Lingüística”, é a troca verbal entre um falante e outro. Conforme os lingüistas, comunicação é o fato de uma informação ser transmitida de um ponto a outro ponto – lugar ou pessoa. A comunicação tornou-se corrente em diversos segmentos da atividade humana, onde o processo se desenvolve de maneira rápida.

Um dos meios de comunicação do mundo atual, com certeza, é a internet, a chamada globalização da informação. Em português, ou em qualquer outra língua do mundo a internet já começa a modificar os habituais meios de comunicação considerados politicamente corretos. Essa ferramenta certamente vem revolucionando as formas de leitura, bem como da escrita. Para esta última, as transformações são ainda mais profundas, uma vez que cada vez mais precocemente os adolescentes começam a adquirir e ter acesso a tal recurso. Diante desse diagnóstico surgem questões como: Será que os jovens de hoje estão escrevendo corretamente? Será que fazem o uso adequado do português?
Nesse contexto o Professor Adilson Oliveira Almeida, Especialista em Gestão Administrativa, Licenciado em Letras Português pela Universidade Federal de Sergipe – UFS e membro do LABTEC, no Serviço de Educação Especial e Inclusiva – SEESPI, diz que:
 

Toda essa multiplicidade de conhecimento e informações produzidas e expostas, em qualquer forma de uso da língua, sobretudo através da internet (Orkut, blogs, MSN etc.), exige dos falantes e escritores nas várias modalidades comunicacionais rapidez na escrita, dinâmica, agilidade e economia lingüística nos vocábulos e expressões, tendo em vista as necessidades de comunicação e expressividade no contexto sócio-histórico-político, cultural e econômico do mundo contemporâneo, profundamente inserido nas várias formas de tecnologia da informação e comunicação. (ALMEIDA, Adílson Oliveira.



Depoimento concedido a Alberto de Jesus através de questionário proposto, em 14 de julho de 2008).
Para esse profissional tais características são próprias de uma linguagem coloquial, falada, espontânea, livre, de um diálogo, de uma conversa. Mesmo pessoas consideradas “cultas”, “letradas”, “formadas”, num momento de descontração e intimidade, em sua família, com os amigos, numa situação informal de comunicação, fala de forma resumida, automática, repetida, abreviada, econômica etc., a exemplo de “ vai pra aula hoje?”.

         
O ensino da língua portuguesa nas escolas está direcionado para a escrita, porém isso é feito de maneira bastante rígida, como se tudo fosse diferente do que está registrado nas Gramáticas Tradicionais, e é nesse aspecto que nos deparamos com os conceitos de “certo” e “errado” no uso da língua. Cagliari (1992) afirma que há mais preocupação com a aparência da escrita do que com o que ela realmente faz e representa. Esta é uma prática que deve ser eliminada de vez das escolas, pois se trata de uma postura preconceituosa.

          O que acontece no linguajar da internet é que tudo é muito corrido. Os chamados “navegadores” têm bastante pressa, e as conversas são feitas entre várias pessoas simultaneamente. Por essa razão é que as palavras são cortadas ou abreviadas; contudo, muitos professores estão assustados, achando que o “internetês” pode tomar conta das salas de aula, fazendo com que os alunos desaprendam a norma padrão e prestigiada da língua. Será que a escola e os professores estão dando conta do ensino do português padrão? Quando se trabalha com idiomas, sabe-se que a língua vai adquirindo e emprestando vocábulos e estruturas de outras línguas.

Há ainda os neologismos (toda palavra ou expressão de criação recente) e os estrangeirismos (que são palavras de outras línguas que foram “aportuguesadas” e incorporadas ao dia-a-dia). Tudo isso é sinal de que a língua está em constante evolução e mudança, visto que, a linguagem é uma capacidade nata ao ser humano.

          A internet, sem duvida, é o portal para as ações de ler e escrever, principalmente dos jovens de hoje; uma geração virtual, acontecendo neste tempo e espaço e sendo moldada pelas características dessa informatização, em que acontece a formação de “tribos” (comunidades) e haja sobremaneira, a perda da relação face-a-face, mas não das relações em geral. O “internetês” estabelece uma linguagem e uma literatura de criação, problematizadas dentro de diversas ferramentas a partir das tantas informações que o internauta recolhe em diferentes situações do cotidiano. Um bom exemplo vem do Japão, onde estudar em rede se tornou uma febre. Com o computador, as crianças dividem as etapas de um experimento de física e se lançam em longos debates literários.

          “Internetês” é a linguagem falada na internet; é a língua utilizada no ambiente virtual e que veio a revolucionar o mundo contemporâneo, pois ela representa a transformação da língua portuguesa, apresenta novas maneiras de se comunicar usando diferentes signos lingüísticos ligados a diferentes gerações e seus diferentes “falares”. Segundo Bakthin, o básico e fantástico é que “cada época tem seus códigos próprios de escrita e de linguagem e que os grupos culturais vão criando seus códigos”.

As abreviações, gírias, símbolos tornam as palavras tão estranhas que chegam até mesmo a confundir aqueles que não estão inseridos no mundo da internet. É bastante corriqueira a forma como as novidades são introduzidas dentro dessa rede de comunicação. A cada dia surgem ramificações dessa linguagem, em todos os lugares do Brasil e do mundo. Tal linguagem tem aterrorizado os professores da língua portuguesa e vem criando um alarde na sociedade educacional, para a qual essa nova linguagem representa um “massacre” ao nosso idioma. No entanto há também os que não vêem problemas nessa modalidade lingüística e até acreditam que esse dialeto seja uma nova forma de escrita, um novo idioma.
O que se deve é tomar cuidado para que essa nova língua não se torne nociva, não deixando o aluno perder a noção de quando deve ser empregado, haja vista que, quando o estudante não consegue discernir a linguagem de prestígio da informal, é sinal de que alguma coisa está errada.A Professora MSc. Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano, Diretora da Divisão de Educação Especial de Sergipe – DIEESP e professora das disciplinas Metodologia da Pesquisa e Didática Aplicada à Educação da Universidade Tiradentes – UNIT, afirma que: 

As abreviações utilizadas na internet são um perigo para os jovens do mundo moderno. Não há educação virtual suficiente para o desenvolvimento de uma sociedade juvenil sábia. A escrita cada vez mais incorreta se agrava devido às oportunidades de comunicação eletrônica. Deveria existir uma produção de cartilhas educativas no sentido de esclarecer sobre o uso incorreto da língua portuguesa. (TOSCANO, Chrystiane Vasconcelos Andrade.



Depoimento concedido a Alberto de Jesus, em 28 de julho de 2008).   MATERIAL E MÉTODO 
         
Os recursos utilizados nesta pesquisa foram obtidos através de conversa direta com os jovens usuários dessa ferramenta de uso diário – participantes com idade entre 12 e 17 anos – Os internautas, bem como também a alguns professores da rede particular de ensino superior que também atuam diretamente com alunos da rede pública de ensino e que vivem a realidade diária desses jovens.
         

Um percentual de 87% dos jovens que fizeram parte da pesquisa disse não ver problemas no uso de abreviações e que tais recursos não eram levados à vida escolar. Afirmaram ainda que para escrever exige-se que a pessoa pense no que vai ser expresso, o que leva à correta grafia na hora de redigir. No início de cada entrevista, eles não ficavam à vontade, mas em seguida, iam ficando mais descontraídos e logo mostravam como eram feitas algumas de suas conversas virtuais e as suas diversas abreviações como “kbça”, que quer dizer cabeça, e “blz”, que significa beleza. Essas são algumas dentre várias abreviações. Percebe-se que eles têm praticamente um dicionário próprio para uso como instrumento destinado a esse tipo de acesso. Quando foram solicitados mais exemplos, abriu-se um leque significativo de como esses jovens vêm a cada dia mais recorrendo a tais recursos.    

Metodologia I
         
Para o desenvolvimento da metodologia foram utilizados exemplos de como o público-alvo se vale dos recursos de abreviações, sejam estes através de letras, palavras ou desenhos. Foram feitas três visitas a duas “lan houses”, onde os pesquisadores permaneceram por aproximadamente cinco horas a cada visita, tempo mais que suficiente para se concluir que do assunto ainda se tem muito a ser discutido, uma vez que a tendência é que a cada dia mais adeptos da internet venham a recorrer a essa prática não vista com “bons olhos” por uns, mas essencialmente necessária para outros.
         

Os resultados da pesquisa foram apresentados ao professor Especialista em Didática do Ensino Superior e Licenciado em Letras Português pela UFS, atual professor substituto do Departamento de Letras da UFS, Marcelo Neres Santos, onde o mesmo afirma:
 

As abreviações em salas de bate-papo configuram um problema para o uso da linguagem escrita, uma vez que possibilitam a inserção de tal prática no dia-a-dia. Na década de 1970, houve um maior distanciamento entre as modalidades oral e escrita da língua. Atrelado a esse fato, agrega-se a corrente leitura cada vez menos freqüente. As abreviações enquanto usadas na internet, são inevitáveis, uma vez que a conversa internáutica é demasiado veloz. No entanto, deveria haver limites ou orientações impostos pela família, escola e educadores. (SANTOS, Marcelo Neres.



Depoimento concedido a Alberto de Jesus através de questionário proposto, em 30 de julho de 2008).
         


Os mesmos resultados também foram apresentados ao Professor MSc. Fábio Augusto Rodrigues Nóbrega, professor dos Cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação da Universidade Tiradentes – UNIT, o qual afirma o seguinte: 

No mundo virtual, o aluno tem a liberdade de fazer o que quiser. Podemos até considerar que o “internetês” é um novo idioma, desde que seja no ambiente correto, ele pode estimular ainda mais a criatividade e o raciocínio dos internautas. Cabe ao professor conhecer os dois lados da moeda, pois, o que mais importa é aproveitar o interesse dos alunos e orientá-los. Os alunos podem sim, usar e abusar do “internetês”, desde que seja no ambiente virtual. (NOBREGA, Fábio Augusto Rodrigues.



Depoimento concedido a Alberto de Jesus e a Tânia dos Santos através de questionário proposto, em 17 de junho de 2008).    
RESULTADOS E DISCUSSÃO 
         
A TABELA I apresenta os resultados da avaliação entre jovens sobre o uso de abreviações.
 

TABELA I: Uso de abreviações (interfere ou não na escrita da língua)

            *Valores médios entre os entrevistados 

Entrevistados

Percentual
Não acreditam que atrapalha na escrita87%
Acreditam que atrapalha na escrita11%
Não quiseram ou não souberam responder2%

         









Apesar de ter havido uma grande margem de diferença entre os jovens que acreditam e os que não acreditam na influência do uso das abreviações na internet para o uso da escrita da língua portuguesa, notou-se que eles têm conhecimento da situação discutida. Entretanto, devido à rapidez com que as informações devem ser passadas, não há uma preocupação com o apuro da correta utilização da escrita.          
Por outro lado eles reconhecem que muitas dessas abreviações são exageradas, o que dificulta o entendimento do que se quer transmitir até para os que já estão acostumados com a comunicação virtual, principalmente quando essa forma de expressão escrita é representada através de desenhos ou símbolos, chamados “emotions”.
         
Os resultados encontrados com a metodologia estão apresentados na TABELA II.

    TABELA II: Exemplos do uso de algumas abreviações no mundo virtual e seus significados

Palavras, Símbolos ou desenhos abreviados

Significado
“pq”porque
“vc”você
“naum”não
“hr”hora
“tb”também
“hj”hoje
“neh”não é
“blz”beleza
“qdo”quando
“cmg”comigo
“o q”o quê
“kd”cadê
“tc”teclar
“Rs”risos
Kkkkkkkkkkrisos
:Drisada
B)óculos de sol
:Xboca fechada
:)feliz
:(triste
:*beijo
           

























Inicialmente, tais representações simbólicas causaram certo espanto e surpresa para quem ainda não conhecia o mundo virtual, pois as palavras digitadas em sua maioria eram abreviadas ou indevidamente empregadas.
  

CONCLUSÃO
         
Excessos influem e até substituem comportamentos, temperamentos e visões de mundo, porque o bom e ruim existem em tudo. É ai onde deveria concentrar-se o papel transformador da escola, com o intuito de criar novos e interessantes ambientes de adequação para o uso do código lingüístico. A internet não é educativa, bem como a TV e todas as mídias não são, porém tudo pode vir a ser educativo, dependendo da maneira de como é introduzido ao aluno ou utilizado em sala de aula. Para tanto, cabe ao educador entender o panorama em que o aluno está inserido, as suas maneiras de aprender, objetos de preferência para aprender, convergir e mediar esse conhecimento para fazer com que o aluno permaneça aprendendo com prazer. Apontar medidas a serem tomadas pelos jovens usuários da internet para que se policiem no uso da escrita via internet, mostrar se é possível que a linguagem da internet prejudique na hora de uma produção escolar, como numa redação por exemplo.
         

É fundamental que os professores procurem inteirar-se sobre esse tema, procurando mais informações, afinal, para que se possa realizar um bom trabalho, é fundamental conhecer o assunto.

AGRADECIMENTOS 
         
Aos adolescentes entrevistados nas “lan houses”, que de forma prestativa, colaboraram para a elaboração deste artigo, aos proprietários destes estabelecimentos localizados no Conjunto habitacional Jornalista Orlando Dantas, bairro São Conrado – Aracaju-SE, que nos permitiram acessar suas dependências bem como entrevistar sua clientela, aos professores que responderam as perguntas elaboradas e que colaboraram para o enriquecimento deste, são eles: Professora MSc. Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano, Professor MSc. Fábio Augusto Rodrigues da Nóbrega, Professor Marcelo Neres Santos, e ao Professor Adilson Oliveira Almeida. Em especial ao Professor Miguel Ventura Santos Góis, que nos conduziu de forma clara e precisa, desde o início deste artigo até o seu término, e a todos que, de maneira direta ou indireta, contribuíram para o nosso sucesso e a finalização deste trabalho acadêmico.
 

                    

REFERÊNCIAS


FARACO, Carlos Emílio. Gramática: Fonética e Fonologia, Morfologia, Sintaxe e Estilística / Faraco & Moura, 16ª ed. São Paulo: Ática, 1996.
MOURA, Francisco Marto de. Gramática: Fonética e Fonologia, Morfologia, Sintaxe e Estilística / Faraco & Moura, 16ª ed. São Paulo: Ática, 1996.
PASCHOALIN, Maria Aparecida. Gramática: Teoria e exercícios / Paschoalin & Spadoto. – São Paulo : FTD, 1996
SARMENTO, Leila Lauar. Gramática em Textos / Leila Lauar Sarmento. – 2ª ed. rev. – São Paulo : Moderna, 2005
ANTUNES, Celso. Educação Infantil: prioridade imprescindível. Petrópolis: Vozes, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/ SEF, 1998.
BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e Cultura. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção Questões da Nossa Época, v. 43).

CYBER LAN, Jogos e Internet. Av. Gasoduto, s/n Conjunto Jornalista Orlando Dantas, Bairro São Conrado – Aracaju/SE, 2008.