Por Fábio Reynol
Agência FAPESP – Uma nova pesquisa poderá ajudar criadores de gado nelore a reduzir custos de produção. Para relacionar o ganho de peso e o quanto cada animal ingeriu de comida, a pesquisa utilizou uma característica ainda pouco explorada no Brasil, o consumo alimentar residual (CAR).
O CAR é a diferença do quanto o animal consumiu (consumo observado) subtraído do consumo estimado. A característica também leva em conta o ganho de peso obtido no período. O consumo estimado é obtido por meio de uma equação de regressão que envolve o ganho médio diário e o peso metabólico do animal.
Caso consuma além do esperado, o bovino terá um CAR positivo, significando que ingeriu mais do que precisava para o ganho de peso observado e que, portanto, será menos eficiente. Um CAR negativo indica que o bovino consumiu menos do que o esperado para o ganho de peso mensurado.
Os trabalhos foram realizados no Centro de Pesquisa em Pecuária de Corte do Instituto de Zootecnia, em Sertãozinho, interior de São Paulo, com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular. O Instituto de Zootecnia está ligado à Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Ler Mais >>






09/09/2010 10:51:44