Por Alex Sander Alcântara
Agência FAPESP – A luz artificial é um grande benefício da vida moderna, tendo acelerado o processo de desenvolvimento. Mas, passados quase 200 anos do início da difusão da iluminação elétrica, pesquisadores chamam a atenção para o impacto da luz artificial sobre o meio ambiente.
Esclarecer a população sobre benefícios e riscos da iluminação artificial é um dos objetivos do livro Antes que os vaga-lumes desapareçam – ou A influência da iluminação artificial sobre o ambiente, de Alessandro Barghini, que será lançado no dia 27 de março.
Nesse dia será realizada a Hora do Planeta, evento que pede a participação de pessoas, comunidades, empresas e instituições de todo o mundo para que apaguem as luzes por um período de uma hora como forma de protesto contra o aquecimento global. No Brasil, o início será às 20h30 (hora de Brasília).
O livro chama a atenção para os efeitos negativos da iluminação artificial sobre plantas, insetos e também no metabolismo humano. Além disso, propõe medidas de controle da luminosidade para reduzir seus efeitos.
“A ideia foi fazer um amplo apanhado das pesquisas mundiais e mostrar que precisamos usar a luz de forma parcimoniosa, não só como economia de recursos, mas também porque a luz artificial não é tão inofensiva como se imagina. Ela afeta insetos, plantas e pessoas”, disse à Agência FAPESP o autor, que é pesquisador do Instituto de Eletrotécnica e Energia e do Laboratório de Estudos Evolutivos do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP). Ler Mais >>>






09/09/2010 10:51:44